O geomarketing, há muitos e muitos anos…

Atualmente a união de cartografia com dados é comum. Usamos informações de órgãos oficiais (como IBGE) e criamos mapas temáticos que mostram desde distribuição de renda até potencial de consumo de um alimento qualquer. As ferramentas utilizadas ajudam a transformar dados em informação e informação em conhecimento, e nos permitem enxergar nuances perdidas até então.

O interessante é que, apesar da tecnologia ser recente, o mapeamento de dados não é. Em artigo do New York Times, Susan Schulten, professora de História na Universidade de Denver, explica o uso na Guerra de Secessão.

Os mapas foram criados para ajudar a União (grupo de estados que não se rebelaram) na guerra, mas também para ajudar no Processo de Reconstrução.

O que mais chama a atenção é um mapa de Louisiana, com poucas informações sobre hidrografia, ferrovias e rodovias, algo incomum no século XIX. O mapa, político, informava sobre a população livre e escravos, além de listar recursos, desde porcos até algodão.

Com essas informações, quem se deslocava pelo estado conseguia localizar as regiões mais ricas, as maiores fontes de trabalho e os meios mais fáceis de locomoção.  Hoje a situação é bem diferente, claro, mas o propósito de unir mapas e dados é bem semelhante: encontrar locais com fácil acesso e grande potencial. E eles já faziam isso em 1862…

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