O novo modelo para estimar a capacidade de consumo

Para acompanhar a nova realidade do país e manter o rigor metodológico necessário a ABEP divulgou os novos critérios para a Classificação Econômica no Brasil.

O novo modelo, desenvolvido pelos professores Wagner A. Kamura, da Rice University, e José Afonso Mazzon, da FEA/USP, foi escolhido o melhor estudo sobre marketing em países emergentes de 2012 pelo Marketing Science Institute (MSI).

A população é dividida em sete estratos (ou classes) socioeconômicos. Além da posse de bens, o novo modelo considera também o acesso a rede de água, esgoto, rua pavimentada e aspectos geodemográficos.

tabela_cceb

Para dar uma ideia na diferença das metodologias, as classes que chamamos de C2, D e E (estratos 5, 6 e 7) representam 58% dos domicílios segundo o novo cálculo, 41,4% pelo modelo antigo e 51% pelo modelo usado pela Secretaria de Assuntos Estratégicos do governo federal.

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